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TST propõe conciliação entre Correios e funcionários

TST propõe conciliação entre Correios e funcionários

A greve dos funcionários dos Correios pode estar mais próxima de se encerrar, após o Tribunal Superior do Trabalho (TST) propor, no fim da noite de quarta-feira, 4, a conciliação entre as partes e apresentar um possível Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) para 2017 e 2018. Os Correios já se manifestaram em favor do acordo. Pela proposta de ACT elaborada pelo vice-presidente do TST, ministro Emmanoel Pereira, os Correios concederiam um reajuste retroativo de salários e benefícios a agosto de 2017 em 2,07%, balizado pelo INPC. Na proposta anterior, sem mediação do TST e rejeitada pelos funcionários em assembleia, os Correios ofereciam reajuste de 3% a partir de janeiro de 2018, sem reposição para 2017. Todas as cláusulas sociais serão mantidas por dois anos, de acordo com a sugestão do ministro Pereira, ainda que a cláusula 28, que trata do plano de saúde, continue em negociação mediada pelo próprio TST. O Tribunal estipulou prazo de 48 horas para avaliação e resposta sobre a decisão dos trabalhadores. Caso aceitem a proposta, os funcionários, como contrapartida, terão de repor os dias parados em até 64 horas de trabalho. A reposição seria feita em até seis horas por semana, na própria unidade dos Correios em que os paredistas trabalham, até 30 de dezembro deste ano. Funcionários que trabalham de segunda a sexta-feira fariam jornada adicional de seis horas no sábado, enquanto aqueles que também trabalham no sábado terão de trabalhar por mais quatro horas entre segunda a sexta-feira e mais duas horas aos sábados. Em caso de rejeição, o vice-presidente do TST alertou aos representantes dos funcionários na audiência de que o julgamento definitivo do caso só deve ocorrer em dezembro, de modo que os trabalhadores acabariam perdendo quatro meses de reajuste retroativo, com reposição apenas a partir de dezembro. Outro alerta feito pelo ministro do TST foi de que a tendência em casos como este é de compensação de 50% dos dias parados com reposição de horas e os outros 50% descontados na folha de pagamento. Se a abusividade da greve for mantida, os Correios ainda poderão considerar as ausências como faltas injustificadas ou até mesmo abandono de emprego.
Sindicatos As entidades que representam os funcionários dos Correios, a Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect) e a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), anunciaram que vão avaliar a proposta de ACT apresentada pelo TST em assembleia. A Findect declarou que deve apresentar a resposta ao TST "até próxima segunda-feira", enquanto a Fentect orientou os sindicatos afiliados a realizar as assembleias nesta sexta-feira, 6.
Source: Diario da Região

Gilmar: fundo pode não ser bem visto pela opinião pública, mas é adequado

Gilmar: fundo pode não ser bem visto pela opinião pública, mas é adequado

Um dia depois de a Câmara ter aprovado a criação de um fundo público bilionário para financiar as campanhas do ano que vem, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quinta-feira, 5, que a medida pode não ser bem vista pela opinião pública, mas é uma solução adequada. O ministro também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme informou o Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) em agosto, a maioria dos ministros do STF rejeita a volta de doações empresariais para campanhas eleitorais de 2018. Em 2015, por 8 a 3, o STF declarou a inconstitucionalidade das doações feitas por pessoas jurídicas ao analisar uma ação ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). "Me parece que é uma medida importante que o Congresso tenha aprovado o fundo", disse Gilmar Mendes a jornalistas, depois de participar de solenidade no STF em comemoração ao 29º aniversário da Constituição Federal. "Depois da decisão do STF de 2015, que proibiu a doação das corporações, (o fundo) é uma solução que nem sempre é bem vista pela opinião pública, mas é uma solução adequada para evitar inclusive a invasão dessas bactérias oportunistas, a questão das manipulações que podem ocorrer, crime organizado, outras organizações que acabam financiando de maneira indevida as eleições", comentou Gilmar Mendes.
Racionalidade Na última quarta-feira , 4, o presidente do Congresso, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), promulgou a proposta de emenda à Constituição que acaba com as coligações a partir de 2020 e adota a cláusula de barreira a partidos já a partir de 2018. "É importante a decisão sobre a cláusula de barreira e sobretudo sobre as coligações, acho que com isso passamos a ter um novo desenho e, num futuro não muito distante, maior racionalidade em relação ao sistema político eleitoral", avaliou Gilmar Mendes.
Source: Diario da Região

Nobel de Literatura, Kazuo Ishiguro teve obras adaptadas para o cinema

Nobel de Literatura, Kazuo Ishiguro teve obras adaptadas para o cinema

Kazuo Ishiguro nasceu na cidade mártir de Nagasaki, no Japão. Aos 5 anos, mudou-se com a família para a Inglaterra, tornando-se um escritor de língua inglesa. A revista "Time" o colocou em 32º lugar na sua lista de maiores escritores ingleses do pós-guerra. Time muito provavelmente terá de fazê-lo avançar algumas posições, agora que ele ganhou o Nobel de Literatura. Ishiguro escreveu roteiros – "A Profile of Arthur J. Mason", "The Gourmet", "The Saddest Music in the World" e "The White Countess". O mais inglês dos cineastas americanos, James Ivory, adaptou justamente "A Condessa Branca" em 2005 e, mais de dez anos antes, "Vestígios do Dia", em 1993. Uma terceira adaptação para cinema foi "Never Let Me Go/Não Me Abandone Jamais", por Mark Romanek, com Carey Mulligan e Andrew Garfield, em 2010. Ivory, um cineasta meticuloso, mas cuja mise-en-scène sempre foi um tanto débil, talvez sonhasse em ser Luchino Visconti. Só uma vez ele chegou perto, e foi justamente com "Vestígios do Dia". Anthony Hopkins faz o mordomo de uma mansão tradicional. Passa a vida servindo a um aristocrata decadente, que flerta com os radicalismos de direita. Em sua submissão – nasceu para servir -, Hopkins desperdiça o afeto de Emma Thompson, que vai trabalhar na casa. É um filme feito com sentido do detalhe, muito bem interpretado. É duro, sobre essas vidas desperdiçadas. O próprio Ivory disse que bastou-lhe seguir o fluxo de Ishiguro. É seu melhor filme.
Source: Diario da Região

Vigia põe fogo em creche e cinco morrem

Vigia põe fogo em creche e cinco morrem

Quatro crianças e uma professora morreram queimadas, na manhã desta quinta-feira (5), em uma creche na cidade de Janaúba, no norte de Minas Gerais. Segundo autoridades policiais e a prefeitura, o incêndio foi provocado por um segurança da Creche Municipal Educacional Infantil Gente Inocente, que fica no bairro Rio Novo. Mais de 15 pessoas, entre crianças e adultos, ficaram feridas. 

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o incêndio ocorreu por volta das 9h40. Oito viaturas e dois helicópteros foram utilizados no atendimento às vítimas, que foram encaminhadas para o Hospital Regional de Janaúba (Fundação Hospitalar de Janaúba) e o Hospital Fundajan. Equipes de bombeiros que estavam de folga também foram escaladas, devido à gravidade do caso.

O homem apontado como autor do crime sobreviveu e foi socorrido em estado grave.

Nas redes sociais, a população pede a doação de luvas, dipirona injetável, soro fisiológico, sulfadiazina de prata (pomada bactericida usada no tratamento de queimaduras), agulhas, seringas, cateter do tipo Jelco e pomadas.

Source: Diario da Região

Suíça vai cooperar para 'congelar' ativos de Nuzman

Suíça vai cooperar para ‘congelar’ ativos de Nuzman

A Suíça vai cooperar com o Ministério Público Federal (MPF) do Brasil para identificar, congelar e eventualmente devolver os recursos de Carlos Arthur Nuzman nos cofres dos bancos do país. Segundo o Estado apurou, o Departamento de Justiça e Polícia da Suíça recebeu um pedido de cooperação no dia 28 de setembro, referente aos ativos do dirigente brasileiro

A Suíça vai cooperar com o Ministério Público Federal (MPF) do Brasil para identificar, congelar e eventualmente devolver os recursos de Carlos Arthur Nuzman nos cofres dos bancos do país. Segundo o Estado apurou, o Departamento de Justiça e Polícia da Suíça recebeu um pedido de cooperação no dia 28 de setembro, referente aos ativos do dirigente brasileiro. Entre os pedidos da Justiça está o confisco de contas bancárias e de barras de ouro, em Genebra e Lausanne. Mas o que os procuradores brasileiros ainda pedem é que os investigadores suíços identifiquem todas as contas em nome de Nuzman, assim como aquelas em que ele poderia ser beneficiário.

Os bancos suíços, diante da informação, ainda tem a obrigação em informar às autoridades sobre eventuais contas que possam existir relacionadas com o brasileiro. Nesta quinta-feira, o Departamento de Justiça repassou o pedido de cooperação do Brasil ao Ministério Público Federal, em Berna, para que ele seja "executado". Uma ação deve ocorrer nos próximos dias e, diante da urgência do caso, o congelamento pode ocorrer com certa rapidez para evitar a fuga dos recursos.

A decisão de Berna foi tomada depois que uma análise preliminar determinou a existência de fato dos ativos e comprovou que as suspeitas estão baseadas em indícios concretos. Em Genebra, Nuzman teria guardado 16 barras de ouro, enquanto em um banco em Lausanne uma outra conta também seria usada pelo brasileiro. 

No mês passado, o Estado revelou que a polícia brasileira descobriu nos computadores do dirigente e-mails no qual ele se dirigia à Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês) solicitando que pagamentos fossem realizados a uma conta em Lausanne. A entidade era comandada por Lamine Diack, acusado de estar no centro do escândalo de compra de votos para a definição das sedes dos Jogos Olímpicos.

Nuzman argumentou que o e-mail se referia a pagamentos de despesas de seus trabalhos como membro da comissão de ética da IAAF. Agora, o MPF quer saber todos os depósitos que passaram pela conta, assim como outras movimentações que possam ter envolvido bancos suíços. Com os documentos em mãos, Berna repassará as informações aos procuradores brasileiros. No caso da Lava Jato, foi justamente a cooperação dos suíços que permitiu desmontar uma ampla rede de pagamento de propinas.

Source: Diario da Região

ANP indefere pedido do consórcio Libra de isenção de cumprimento de conteúdo

ANP indefere pedido do consórcio Libra de isenção de cumprimento de conteúdo

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) negou o pedido de isenção de cumprimento de Conteúdo Local para o subsistema que será instalado no projeto piloto do campo de Libra, no pré-sal da bacia de Santos. A ANP manteve a exigência de conteúdo mínimo para o consórcio formado liderado pela Petrobras, com 40%, e que tem como sócios a Shell, Total, e as chinesas CNOOC e CNPC. A agência informou que a decisão já foi comunicada ao operador do Consórcio Libra (Petrobras) e deve ser submetida à apreciação judicial, conforme determinação do Tribunal Regional Federal da Primeira Região na Ação Declaratória de Nulidade proposta pelo Sindicato da Indústria Naval (Sinaval). O pedido foi submetido à consulta pública aberta em 9 de fevereiro de 2017 com o objetivo de recolher comentários e a audiência pública ocorreu em 18 de abril de 2017.
Source: Diario da Região

Governo RS venderá até 49% das ações ordinárias do Banrisul, mantendo controle

Governo RS venderá até 49% das ações ordinárias do Banrisul, mantendo controle

Em meio ao impasse político entre o Tesouro Nacional e o Rio Grande do Sul em torno da venda do Banrisul, colocada como condição para a adesão do Estado ao regime de recuperação fiscal (RRF), o governo gaúcho anunciou nesta quarta-feira, 4, uma oferta parcial de ações do banco, seu principal ativo. O governo federal exige a privatização total da instituição financeira, mas o governador José Ivo Sartori ressaltou em pronunciamento feito pela manhã que a venda será de até 49% das ações com direito a voto, com a permanência do controle do banco nas mãos do Estado. O dinheiro obtido na operação, que deve ser selada até o fim do ano, será usado no reequilíbrio das finanças. Entre os deputados estaduais, a notícia "caiu como uma bomba", segundo apurou o Broadcast(serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado). Na leitura de alguns parlamentares, a venda parcial das ações do Banrisul abre caminho para uma futura privatização do banco, como espera o mercado e também a equipe econômica do governo federal. O tema é visto como "muito delicado" e já despertou reações de apoio e críticas de usuários das redes sociais em perfis do governo do Rio Grande do sul. Como mostrou o Broadcast na semana passada, a lei que cria o RRF exige as privatizações para que o Estado em recuperação consiga quitar suas dívidas, e isso inclui todas as empresas, até que haja dinheiro suficiente para honrar todos os débitos, segundo um integrante da equipe econômica. De acordo com a fonte, o governo federal não pode nem mesmo sentar à mesa para negociar sem a exigência das privatizações. O Rio Grande do Sul, por sua vez, quer escolher a dedo quais de suas empresas estatais serão repassadas à iniciativa privada para gerar receitas e tem negado que vá se desfazer completamente do Banrisul. Mas a operação da venda parcial de ações reacendeu a polêmica no Estado e se soma a outros impasses, como a insatisfação da Assembleia Legislativa com a condução do processo de negociação pelo Executivo gaúcho para aderir ao RRF. Logo após a divulgação do fato relevante informando a oferta de ações, Sartori fez um pronunciamento no Palácio do Piratini, sede do governo gaúcho em Porto Alegre. Segundo ele, a operação vai preservar a autonomia do banco e ainda servirá para ajudar o Estado a equilibrar suas finanças. Mais de uma vez ele ressaltou que a transação manterá o Banrisul como um banco público. "Não podemos antecipar absolutamente nada sobre números, valores, dessa operação. Vai depender única e exclusivamente do mercado. Não vamos especular sobre valores. Mas o caminho é esse, e acreditamos que é possível chegar a um grande resultado, que é importante para o banco, para o poder público e para a comunidade gaúcha", disse o governador. Sartori reconheceu que o dinheiro obtido com a transação será importante para resgatar o equilíbrio das finanças do Estado, mas ressaltou que não é "solução definitiva". "Essa medida não resolve os problemas, até porque não podemos estimar os resultados. Mesmo que tenha um sucesso muito elevado, ainda assim dependeremos, em parte, da adesão ao RRF para começarmos a dar volta por cima da crise", afirmou.
Operação A operação envolve a venda de até 49% das ações ordinárias do Banrisul (com direito a voto), o equivalente a 99,2 milhões de ações. O Estado também vai alienar 7% das ações preferenciais (sem direito a voto) que ainda detém, o equivalente a 28,8 milhões de ações. A expectativa é concluir a transação até o fim deste ano. Segundo Sartori, o próprio banco vai conduzir o trabalho de estruturação, "com as assessorias técnicas que precisar", e também com a ajuda da área financeira do governo estadual. "O processo de alienação será absolutamente profissional e transparente", garantiu. A intenção é apresentar o ativo a investidores no mercado nacional e internacional. "Com esta operação, estaremos garantindo e reforçando um nível ainda mais elevado de governança e gestão para o Banrisul, dentro das melhores práticas do mercado e preservando os interesses, tanto dos acionistas do banco quanto de toda a sociedade do RS", afirmou o governador. Sartori ainda justificou o momento da venda. Segundo ele, no auge da crise financeira do Estado, o valor das ações estavam em baixa e se valorizaram desde então. "Agora, estão postas as condições técnicas muito favoráveis para um processo que tem tudo para ser bem sucedido", observou. Desde o anúncio, porém, as ações preferenciais do banco estão em queda no mercado diante da frustração de uma expectativa por uma privatização integral da instituição financeira.
Source: Diario da Região

Valesca homenageia 18 anos do filho: 'Tudo que faço é por você'

Valesca homenageia 18 anos do filho: ‘Tudo que faço é por você’

A cantora Valesca Popozuda fez uma homenagem ao seu filho, Pablo, que completou 18 anos de idade na última terça-feira, 3. "18 anos atrás eu interrompia o sonho de ser atriz para atuar no papel de mãe. Nunca me arrependi disso, nunca lamentei! Me assustei porque não tinha nenhum ‘futuro’ profissional estabilizado e não queria que você passasse por todas as dificuldades que a vida me fez passar", escreveu. "Então eu aprendi a ser uma leoa, passei a defender e lutar por você. Foi então que eu percebi que você veio para dar sentido na minha vida. Tudo que faço é por você. Cada escolha, cada decisão, é sempre pensando no melhor para você!", complementou.
Source: Diario da Região

Em Pequim, Halep vence Sharapova pela 1ª vez e Ostapenko se garante no Masters

Em Pequim, Halep vence Sharapova pela 1ª vez e Ostapenko se garante no Masters

Na reedição do confronto que ocorreu na primeira rodada do US Open, a romena Simona Halep, a número 2 do mundo, conseguiu se vingar da russa Maria Sharapova, hoje apenas a 104ª colocada no ranking da WTA, ao derrotá-la por 2 sets a 0, com um duplo 6/2, se classificando nesta quarta-feira às quartas de final do Torneio de Pequim. O triunfo de Halep foi definido em 1 hora e 12 minutos, sendo o primeiro da romena em oito confrontos com Sharapova. Dessa vez, a romena não deu qualquer chance para Sharapova, abrindo 5/1 rapidamente no primeiro set, vencido por 6/2. E ela repetiu o placar na segunda parcial. Assim, Halep segue firme na luta para assumir a liderança do ranking da WTA, em mais uma nova chance de se tornar número 1 do mundo, após desperdiçar várias nesta temporada. Para isso, ela terá que ser finalista em Pequim. E a sua próxima rival vai ser a russa Daria Kasaktina, número 34 do mundo, que superou a polonesa Agnieszka Radwanska, 11ª colocada no ranking, de virada, por 4/6, 7/5 e 6/2, em partida concluída apenas no início da madrugada em Pequim. Ainda pela segunda rodada do evento chinês, a letã Jelena Ostapenko, a número 8 do mundo, avançou ao bater a australiana Samantha Stosur, 45ª colocada no ranking, por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 7/5. A sua rival nas oitavas de final será a chinesa Shuai Peng (25ª), que fez 6/3 e 6/2 na romena Monica Niculescu. Mais do que a passagem de fase, o triunfo valeu para Ostapenko a classificação para o Masters da WTA, torneio que reunirá as oito melhores tenistas da temporada em Cingapura, entre 22 e 29 de outubro. A campeã de Roland Garros se junta a Garbiñe Muguruza, Simona Halep, Karolina Pliskova, Elina Svitolina, Venus Williams e Caroline Wozniacki entre as garantidas no torneio, deixando apenas uma vaga em disputa. Também pela segunda rodada, a ucraniana Svitolina, a número 3 do mundo, derrotou a australiana Ashleigh Barty (23ª) por 6/4 e 6/2. Nas oitavas de final, ela vai duelar com a russa Elena Vesnina. A francesa Caroline Garcia, 15ª colocada no ranking, fez 7/6 (7/4) e 6/4 na belga Elise Mertens (38ª) e agora enfrentará a compatriota Alize Cornet.
Source: Diario da Região

Advogado de Eliseu Padilha é o primeiro a protocolar defesa na CCJ da Câmara

Advogado de Eliseu Padilha é o primeiro a protocolar defesa na CCJ da Câmara

O advogado Daniel Gerber protocolou nesta quarta-feira, 4, à tarde, a defesa por escrito do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. O ministro foi o primeiro a entregar a defesa na CCJ. Padilha e o ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República na mesma peça elaborada contra o presidente Michel Temer por obstrução de justiça e organização criminosa. O Palácio do Planalto já informou que a defesa do presidente Temer também será entregue nesta quarta, às 16 horas. O advogado de Moreira, Antonio Sergio Pitombo, disse que ainda verá o horário, mas confirmou que também protocolará a defesa do ministro nesta quarta-feira. A partir da entrega da última das três defesas começa a contar o prazo de cinco sessões para a CCJ votar o relatório que vai sugerir ou pelo prosseguimento ou pelo arquivamento das investigações contra os ministros e o presidente.
Source: Diario da Região